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Chegou ao fim, nesta sexta (12), o Treinamento de Traqueostomia e Ventilação Mecânica Invasiva

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O treinamento foi voltado para todos técnicos de enfermagem, novatos e/ou aos colaboradores já da casa, que entendiam que a reciclagem e a revisão são sempre importantes para estarem atualizadas.

A ventilação mecânica é método de suporte de vida indicado quando o organismo não é capaz de satisfazer as demandas de ventilação e/ou de oxigenação do indivíduo e há proposta e possibilidade de tratamento da condição clínica geradora dessa situação.

Para pacientes em fase avançada e irreversível das suas doenças de base, a ventilação mecânica pode representar prolongamento do processo de morte o que, se também acompanhado de sofrimento, pode representar distanásia.

Existem basicamente duas formas gerais de aplicação da ventilação mecânica: pressão negativa ou pressão positiva. Até a década de 50 do século 20 a ventilação mecânica era praticada predominantemente com o uso de equipamentos que geravam pressão negativa sobre o tórax, através de câmaras ou coletes.

No entanto, desde a década de 80 foram substituídos pelos geradores de pressão positiva, por serem, os de pressão negativa, desconfortáveis, causarem apneia obstrutiva do sono em alguns pacientes e por não terem se mostrado eficientes na reabilitação de pacientes em fases avançadas de doença pulmonar obstrutiva crônica.

A ventilação com pressão positiva, por sua vez, pode ser conduzida com o uso de dispositivos que não invadem a traqueia, tais como máscaras faciais, máscaras nasais ou capacetes, caracterizando a ventilação não invasiva; ou através de tubos traqueais, na ventilação mecânica invasiva. Abordaremos neste capítulo apenas a ventilação mecânica invasiva.

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